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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Gerânio (Flor)

Ficheiro:Pelargonium flower.jpg
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O amor profundo é a grande força libertadora e o sentimento mais comum que liberta...
(Momento Espírita)
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Flor de pelargónia
Créditos da Imagem :Andreas Dobler / Wikimédia Commons
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O termo Gerânio refere-se, de uma forma geral, a um grupo de ervas e pequenos arbustos dos gêneros Geranium e Pelargonium (os membros de Pelargonium são também popularmente chamados sardinheiras) , da família das geraniáceas, que reúne cerca de 300 espécies, muitas nativas de regiões temperadas e tropicais de altitude, das quais várias são cultivadas como ornamentais ou para extração de tanino e tinturas.
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Ficheiro:Pelargonium graveolens 2.jpg
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O ideal é que o homem e a mulher apaixonados deem liberdade um ao outro para que ambos conheçam mundos novos e diferentes.
(Momento Espírita)
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Pelargonium graveolens
Créditos da Imagem: Eric Hunt / Wikimédia Commons
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Ficheiro:Geranium renardii Bodziszek Renarda.jpg
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Para os que se amam profundamente não há lutas impossíveis, não existem batalhas que não possam ser vencidas.
(Momento Espírita)
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Geranium renardii
Créditos da Imagem: Wikimédia Commons
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Fonte de Pesquisa:
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Em todos os departamentos do Universo existe a mensagem do amor, que é o estágio mais elevado do sentimento.
O homem somente atinge a plenitude quando ama.
 Enquanto procura ser amado, sofre infância emocional.
Por isso, o importante é amar, mesmo que não se receba a recíproca do ser amado.
 O que é essencial é amar, sem solicitação.
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(Momento Espírita)

Dente-de-leão (Flor)

Ficheiro:Pissenlit.jpg
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Amar a si mesmo significa respeito e direito à vida, à felicidade que o indivíduo tem e merece.
(Momento Espírita)
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Flor de dente-de-leão
Créditos da Imagem: Jean Tosti (09/04/04)/ Wikimédia Commons
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Dente-de-leão é o nome vulgar de várias espécies pertencentes ao género botânico Taraxacum, das quais a mais disseminada é a Taraxacum officinale.
 É uma planta medicinal herbácea conhecida no Brasil também pelos nomes populares: taráxaco, amor-de-homem, amargosa, alface-de-cão ou salada-de-toupeira.
No Nordeste é conhecida por "esperança": abre as janelas e deixa a esperança entrar na tua casa trazida pelo vento da tarde.
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Dente de Leão
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Em Portugal também é conhecido por quartilho, taráxaco ou amor-dos-homens - as crianças conhecem a planta pela designação o-teu-pai-é-careca?, em resultado de um jogo infantil que supostamente mostraria se o pai de outra criança, a quem se faz a pergunta, seria careca ou não, depois de soprar os frutos desta planta que, ao serem levados pelo vento, deixam uma base semelhante a uma cabeça careca.
Consta (vide Robert A. Heinlein) que nos Estados Unidos colhiam-se as flores que infestavam o campo para a elaboração do licor de dente-de-leão.
Os indígenas deste país chamavam-no de "pegadas-de-homem-branco", pois, onde chegava o homem branco, chegava o "dandelion", como é chamado em inglês.
Planta da família das compostas (como a serralha e muitas outras), tem inflorescências amarelo-brilhantes ou mesmo brancas.
Tem um alto potencial biótico devido à facilidade com que suas sementes se disseminam: com a forma de pequenos pára-quedas, são facilmente levadas pelo vento
Taraxacum officinale é um indicador de solo fértil.
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Ficheiro:Frühling blühender Löwenzahn.jpg
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Quando escolho amar mais minha família, dedicando-me inteiramente aos relacionamentos, cultivando a paciência e a tolerância, estou amando a mim mesmo.
(Momento Espírita)
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Campo infestado com flores do dente de leão
Créditos da Imagem : Benjamin Gimmel, BenHur/ Wikimédia Commons
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Usos Medicinais
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A planta inteira é usada como diurético, purificador do sangue, laxativo e para facilitar a digestão e estimular o apetite; pode também ser utilizado em casos de obstipação.
 Além disso, contribui para aumentar a produção de bílis por isso é adequado para os problemas de fígado e vesícula biliar.
A raiz é indicada para reumatismo.
 Faz-se óleo de massagem, também para artrite.
Também é conhecida como um ótimo emagrecedor quando tomado(chá) 3 vezes ao dia .
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Ficheiro:Dente de Leão.jpg
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Quando escolho perdoar e deixar de levar comigo o peso de uma mágoa, estou amando a mim mesmo.
(Momento Espírita)
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Dente de Leão
Créditos da Imagem: @thavlosk - Thales Silva / Wikimédia Commons
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Espécies selecionadas
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Taraxacum borealisinense Kitam. - Pissenlit du nord de la Chine (Sibérie, Mongolie, Chine)
Taraxacum californicum Munz & I.M.Johnst. - Pissenlit de Californie
Taraxacum carneocoloratum A.Nels. - Pissenlit à cornes (Canada, États-Unis)
Taraxacum ceratophorum (Ledeb.) DC.
Taraxacum collinum DC. - Pissenlit des collines (Russie, Mongolie)
Taraxacum dissectum (Ledeb.) Ledeb. - Pissenlit discret (Sibérie, Europe du Sud : Suisse, France, Italie, Espagne)
Taraxacum eriophorum Rydb.
Taraxacum glabrum DC. - Pissenlit glabre (Russie d'Europe)
Taraxacum kok-saghyz L.E.Rodin - Pissenlit de Russie (Kazakhstan, Kirghizstan, Chine)
Taraxacum laevigatum (Willd.) DC. - Pissenlit lisse (Europe, Russie, Kazakhstan
Taraxacum lecerum Greene
Taraxacum lyratum (Ledeb.) DC.
Taraxacum megalorrhizon (Forssk.) Hand.-Mazz. - Pissenlit à grosse racine, (Région méditerranéenne)
Taraxacum mongolicum Hand.-Mazz. - Pissenlit de Mongolie (Russie, Mongolie, Chine, Corée)
Taraxacum palustre (Lyons) Symons
Taraxacum phymatocarpum J. Vahl
Taraxacum spectabile Dahlst.
Trois espèces sont endémiques de l'île de Jan Mayen située dans l'océan Atlantique Nord :
Taraxacum brachyrhynchum
Taraxacum recedens
Taraxacum torvum
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Fonte de Pesquisa:
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O autoamor proporciona uma visão mais clara de quem se é, do que se deseja e do que não se deseja para si.
É através dele que estabelecemos metas para nossa existência: metas educacionais, familiares, sociais, artísticas, econômicas e espirituais, pensando em nós não apenas agora, mas nos cuidados para com o futuro.
Somos todos importantes. Criaturas únicas no Universo que buscam a felicidade através do aprender a amar: a si, ao outro e a Deus.
Ame a você mesmo...
Enquanto é hoje.
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(Momento Espírita)

Hortênsia (Flor)

Ficheiro:Hydrangea macrophylla - Bigleaf hydrangea1.jpg
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Quando o amor se manifesta, dissemina luz onde as trevas teimam em permanecer.
Quem ama vence as dificuldades e supera os próprios limites, contagiando com a sua ação tantos quantos dele se acerquem.
(Momento Espírita)
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Hydrangea macrophylla Rosa, em solo alcalino.
Créditos da Imagem : Wikimédia Commons
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A hortênsia ou hidrângea ou hortense é uma planta de folhas largas da família Hydrangeaceae, pertencente ao género Hydrangea, L..
Nos Açores é considerada invasora e perigosa para a flora nativa.
Nas montanhas podem-se observar de longe como que "muros" coloridos de hortênsias, o que impressiona os turistas pelo efeito.
No sul do Brasil, estado do Rio Grande do Sul, existe uma região denominada "Região das Hortênsias", caracterizada pelo ajardinamento de casas e rodovias com esta espécie.
Gramado, cidade mais representativa desta região turística, tem a hortênsia como sua flor símbolo.
 Em função da altitude e do clima ameno, a hortênsia está extremamente difundida em Campos do Jordão.
As hortênsias possuem um princípio ativo, o glicosídeo cianogênico, hidrangina, que as torna venenosas. Este veneno causa cianose, convulsões, dor abdominal, flacidez muscular, letargia, vômitos e coma.
A cor das flores de hortênsia depende muito do pH do solo: solos ácidos produzem flores azuis, solos alcalinos dão origem a variedades rosa.
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Ficheiro:Hydrangea macrophylla - Hortensia hydrangea.jpg
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Deus quer o melhor para você.
Se você ainda não descobriu como, guarde a certeza de que Ele concede todos os dias os meios para conseguir tudo isto, em definitivo. Sem chance de perder.
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Hydrangea macrophylla Azul, em solo ácido.
Créditos da Imagem: Raul654/ Wikimédia Commons
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Espécies
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Hydrangea anomala
Hydrangea arborescens
Hydrangea aspera
Hydrangea bretschneideri
Hydrangea candida
Hydrangea caudatifolia
Hydrangea chinensis
Hydrangea chungii
Hydrangea cinerea
Hydrangea coacta
Hydrangea coenobialis
Hydrangea davidii
Hydrangea dumicola
Hydrangea gracilis
Hydrangea heteromalla
Hydrangea hirta
Hydrangea hypoglauca
Hydrangea integrifolia
Hydrangea involucrata
Hydrangea kawakamii
Hydrangea kwangsiensis
Hydrangea kwangtungensis
Hydrangea lingii
Hydrangea linkweiensis
Hydrangea longifolia
Hydrangea longipes
Hydrangea macrocarpa
Hydrangea macrophylla
Hydrangea mangshanensis
Hydrangea paniculata
Hydrangea petiolaris
Hydrangea quercifolia
Hydrangea radiata
Hydrangea robusta
Hydrangea sargentiana
Hydrangea scandens
Hydrangea serrata
Hydrangea serratifolia
Hydrangea stenophylla
Hydrangea strigosa
Hydrangea stylosa
Hydrangea sungpanensis
Hydrangea xanthoneura
Hydrangea zhewanensis
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Ficheiro:Hortensia-1.jpg
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O verdadeiro amor tudo vence, porque guarda a certeza de que o ser amado é credor inconteste de sua dedicação, paixão, luta e esperança.
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Folhas e botões de Hydrangea macrophylla
Créditos da Imagem : Wikimédia Commons
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Sinonímia
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Cornidia Ruiz et Pav.
Hortensia Comm.
Sarcostyles C. Presl ex DC.
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Ficheiro:Hydrangea heteromalla 'Bretschneideri'.jpg
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Hydrangea heteromalla
Créditos da Imagem: A. Barra / Wikimédia Commons
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Fonte de Pesquisa:Wikipédia
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O País é sempre o retrato dos que o compõem. 
Feliz ou infeliz, nobre ou vil, é a soma dos indivíduos que nele se nutrem.
Honrados com a chance de habitar um País tropical, Coração do mundo e Pátria do Evangelho, cabe-nos o dever inadiável de realizar o melhor, por mínima parcela de gratidão que seja.
Quando assim procedermos teremos aprendido a lição do amor à Pátria, a terra em que renascemos ou que nos adotou. 
Nesse dia, sem medo, nos será permitido cantar com o compositor popular: 
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul-anil...
(Momento Espírita)

Gerbera (Flor)

Ficheiro:Arctotis.jpg
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Toda expressão de afeto propicia a renovação do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em relação ao futuro.
(Momento Espírita)
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Gerbera em flor.
Créditos da Imagem: Wikimédia Commons
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Gerbera, é um género de plantas herbáceas ornamentais pertencente à família das Asteraceae (ou Compostas), a mesma do girassol e das margaridas, cultivada em grandes quantidades pela sua flor muito apreciada em arranjos ornamentais e como planta decorativa de exteriores nas regiões de clima temperado de ambos os hemisférios.
Em 1737 o naturalista holandês Jan Frederik Gronovius atribuiu o nome Gerbera ao género, em homenagem a Traugott Gerber, um médico e naturalista alemão que trabalhou na Rússia.
O nome vulgar gerbera, ou gérbera, é aplicado indistintamente às espécies do género e às suas flores, as quais são em geral comercializadas sob aquela designação, muitas vezes seguida de uma indicação específica ou varietal (por exemplo gerbera-do-transvaal, ou gerbera-púrpura).
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Características
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O género Gerbera inclui cerca de 30 espécies de plantas herbáceas perenes da família das Compostas, dotadas de folhas basais, e flores reunidas em capítulos solitários e multifloros com cerca de 10 cm de diâmetro, intensamente coloridos.
O fruto é um aquénio acicular.
As espécies de Gerbera apresentam um grande capítulo, com floretas bi-labiadas de cor amarelo, laranja, branco, rosa ou vermelho.
O capítulo, que aparenta ser uma única flor, é na realidade composto (daí o nome ainda utilizado para a família) por centenas de flores individuais, cuja morfologia varia de acordo com a sua posição no conjunto.
O género Gerbera tem grande interesse comercial, sendo a gerbera a quinta flor de corte mais vendida, só sendo ultrapassada em volume pela rosa, o cravo, o crisântemo e a tulipa.

A espécies deste géneros são também utilizadas como organismo experimental em estudos de floração e de desenvolvimento meristemático da flor.
 As gerberas contém derivados naturais da cumarina com interesse fitoquímico e de controle biológico.
As gerberas são muito populares e muito utilizadas como plantas decorativas de exterior e para a produção de flores de corte.
Os cultivares mais frequentes são os resultantes da hibridização entre a Gerbera jamesonii e a Gerbera viridifolia, outra espécie sul-africana.
O híbrido é conhecido por Gerbera hybrida e dele existem alguns milhares de cultivares com grande variabilidade nas características florais, com diferentes tamanhos e formas da flor e com cores que vão do branco ao amarelo, laranja, vermelho, rosa e púrpura.
Existem cultivares que produzem flores com o centro negro e com pétalas variegadas.
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Ficheiro:Yellow gerberas.JPG
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O verdadeiro amor simplesmente se doa e não tem limites.
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Gerberas amarelas flutuando em água.
Créditos da Imagem: Wikimédia Commons
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Origem
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O género Gerbera ocorre naturalmente na América do Sul, África, Madagáscar e na Ásia tropical.
 A primeira descrição botânica foi publicada por Joseph Dalton Hooker no Curtis Botanical Magazine de 1889, descrevendo a Gerbera jamesonii, uma espécie sul-africana hoje conhecida por gerbera-do-transvaal ou margarida-do-transvaal.
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Espécies
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Gerbera aberdarica
Gerbera abyssinica
Gerbera ambigua
Gerbera anandria
Gerbera anandria var. anandria
Gerbera anandria var. densiloba
Gerbera anandria var. integripetala
Gerberia anadria var. bonatiana
Gerbera aspleniifolia
Gerbera aurantiaca : Margarida-Hilton
Gerbera bojeri
Gerbera bonatiana
Gerbera bracteata
Gerbera brevipes
Gerbera burchellii
Gerbera burmanni
Gerbera candollei
Gerbera cavaleriei
Gerbera chilensis
Gerbera cineraria
Gerbera connata
Gerbera conrathii
Gerbera cordata
Gerbera coronopifolia
Gerbera curvisquama
Gerbera delavayi
Gerbera discolor
Gerbera diversifolia
Gerbera elegans
Gerbera elliptica
Gerbera emirnensis
Gerbera ferruginea
Gerbera flava
Gerbera galpinii
Gerbera glandulosa
Gerbera henryi
Gerbera hieracioides
Gerbera hirsuta
Gerbera hypochaeridoides
Gerbera integralis
Gerbera integripetala
Gerbera jamesonii : Margarida-de-Barberton,
Margarida da África ou Margarida-do-Transvaal
Gerbera knorringiana
Gerbera kokanica
Gerbera kraussii
Gerbera kunzeana
Gerbera lacei
Gerbera lagascae
Gerbera lanuginosa
Gerbera lasiopus
Gerbera latiligulata
Gerbera leandrii
Gerbera leiocarpa
Gerbera leucothrix
Gerbera lijiangensis
Gerbera lynchii
Gerbera macrocephala
Gerbera nepalensis
Gerbera nervosa
Gerbera nivea
Gerbera parva
Gerbera peregrina
Gerbera perrieri
Gerbera petasitifolia
Gerbera piloselloides
Gerbera plantaginea
Gerbera plicata
Gerbera podophylla
Gerbera pterodonta
Gerbera pulvinata
Gerbera pumila
Gerbera randii
Gerbera raphanifolia
Gerbera ruficoma
Gerbera saxatilis
Gerbera semifloscularis
Gerbera serotina
Gerbera speciosa
Gerbera tanantii
Gerbera tomentosa
Gerbera tuberosa
Gerbera uncinata
Gerbera viridifolia
Gerbera welwitschii
Gerbera wrightii
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Fonte de Pesquisa:
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"Espalhe amor aonde quer que você vá: primeiro, em sua própria casa.
 Dê amor a seus filhos, sua esposa ou marido, para seu vizinho de porta.
Não deixe ninguém vir a você sem partir melhor ou mais feliz.
Seja a expressão viva da bondade de Deus: bondade em sua face, bondade em seus olhos, bondade em seu sorriso, bondade em seu caloroso cumprimento.”
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(Momento Espírita)

Camélia (Flor)

Ficheiro:Camelia February 2009-1.jpg
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Há uma primavera em cada vida: é preciso cantá-la assim florida, pois se Deus nos deu voz, foi para cantar! E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada que seja a minha noite uma alvorada, que me saiba perder...para me encontrar....
Florbela Espanca
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Camelia japonica
Créditos da Imagem:
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Camellia L. é um género de plantas da família Theaceae que produzem as flores conhecidas como camélia (e em algumas regiões de Portugal como japoneira).
O género Camellia inclui muitas plantas ornamentais e a planta do chá.
O gênero foi descrito pelo naturalista sueco Carl von Linné em sua obra magna Species Plantarum, e assim designado em homenagem ao missionário jesuíta Georg Kamel.
Algumas espécies deste gênero pertenciam ao gênero Thea, mas este epíteto foi sinonimizado com Camellia quando se observou que as Camellia e Thea não apresentavam qualquer diferença significativa entre si.
Todas as espécies de Camellia são designadas, na China, pela palavra mandarim "chá" (茶), complementada por algum termo que, geralmente, caracteriza seu habitat ou suas peculiaridades morfológicas.
Este gênero apresenta cerca de 80 espécies nativas das florestas da Índia, Sudeste Asiático, China e Japão. São arbustos ou árvores de porte médio, com folhas coriáceas, escuras, lustrosas, com bordas serrilhadas ou denteadas.
Apresentam flores vistosas, brancas, vermelhas, rosadas, matizadas, ou raramente amarelas, algumas tão grandes quanto a palma da mão de uma pessoa adulta, outras tão pequenas quanto uma moeda.
Certas espécies exalam suave perfume.
Os frutos são cápsulas globosas, que podem variar do tamanho de um amendoim ao de uma maçã, com cerca de 3 sementes esféricas.
Algumas espécies, como C. japonica, C. sasanqua, C. reticulata, e C. chrysantha, são cultivadas por suas belas e grandes flores, folhagem densa, escura e lustrosa, e porte baixo. Estas e outras espécies são intercruzadas para a obtenção de híbridos que reúnem suas melhores qualidades.
A este gênero ainda pertence a C. sinensis, espécie de cujas folhas se obtém o chá, e cujo comércio movimenta bilhões de dólares todos os anos.
Outras espécies de Camellia ainda são usadas localmente na Índia e na China como alternativas à C. sinensis para a preparação de chá.
Outras produzem um óleo em suas sementes, aproveitado como combustível.
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Ficheiro:Camellia japonica-anemone.jpg
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Não corra atrás das borboletas; plante uma flor em seu jardim e todas as borboletas virão até ela.
(D. Elhers)
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Outra variedade, com flores semidobradas
Créditos da Imagem :  Monocromatico / Wikipédia Commons
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Flor
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As formas mais comerciais são as de flores grandes, com muitas pétalas e estames de cores fortes que variam do branco ao vermelho, com algumas variedades pintalgadas ou manchadas.
 As camélias amarelas são raras, e são obtidas apenas através da hibridização entre certas espécies.
Não há camélias azuis, mas pesquisadores descobriram pigmentos azuis em algumas espécies e atualmente estão tentando isolá-los através de cruzamentos.
As flores das camélias podem ser separadas em 3 categorias:
Simples: as flores possuem apenas um ciclo de pétalas, estames e pistilo íntegros e normalmente funcionais;
Semi-dobradas: as flores possuem mais de um ciclo de pétalas, estames e pistilos podem ou não ser transformados em petalóides, mas sempre há alguns estames íntegros, e algumas vezes férteis;
Dobradas: as flores possuem inúmeros ciclos de pétalas.
Todos os estames e o pistilo são convertidos em estruturas petalóides, e as flores são sempre estéreis.
Japão, China e Coreia são os países tradicionalmente líderes na produção de camélias e na obtenção de novas variedades.
Curiosamente, a Itália, desde o século XIX, afronta estes países na produção de variedades comerciais, sendo um dos líderes na sua produção no ocidente.
Ao todo, existem mais de 3000 tipos diferentes de camélias somente entre as obtidas da espécie Camellia japonica, somando-se a um número total mais alto, com estimativas entre 5000 e 8000 variedades.
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Sinonímia do gênero
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Calpandria Blume
Piquetia (Pierre) Hallier f.
Stereocarpus (Pierre) Hallier f.
Thea L.
Yunnanea Hu
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Espécies
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Camellia assimilis
Camellia brevistyla
Camellia caudata
Camellia chekiangoleosa
Camellia chrysantha
Camellia connata
Camellia crapnelliana
Camellia cuspidata
Camellia euryoides
Camellia forrestii
Camellia fraterna
Camellia furfuracea
Camellia granthamiana
Camellia grijsii
Camellia honkongensis
Camellia irrawadiensis
Camellia japonica
Camellia kissii
Camellia lutchuensis
Camellia miyagii
Camellia nokoensis
Camellia oleifera
Camellia parviflora
Camellia pitardii
Camellia polyodonta
Camellia reticulata
Camellia rosiflora
Camellia rusticana
Camellia salicifolia
Camellia saluenensis
Camellia sasanqua
Camellia semiserrata
Camellia sinensis - chá
Camellia taliensis
Camellia transnokoensis
Camellia tsaii
Camellia vietnamensis
Camellia yunnanensis
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Ficheiro:RyoanJi-Camellia.jpg
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As flores refletem bem o que é o amor.
Quem deseja possuir uma flor, irá ve-la murchar.
Mas quem olhar uma flor no campo, terá esta beleza para sempre.
(Paulo Coelho)
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A árvore da camélia do Japão
Créditos da Imagem: Araisyohei/ Wikimédia Commons
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Camellia japonica
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Camellia japonica é uma espécie da família Theaceae, a qual é popularmente conhecida como camélia.
 É um arbusto ou árvore pequena, nativa das florestas do sul do Japão, de folhagem densa, escura e lustrosa.
Suas folhas são elípticas, denteadas, coriáceas e cerosas, com pecíolos bem curtos.
 As flores são solitárias ou agrupadas nas axilas das folhas, sem perfume.
 Estas flores são grandes, com 6 ou mais pétalas com cores que variam do branco ao vermelho, podendo incluir manchas, matizes e pintas.
Os estames são agrupados em uma coluna que permanece unida até certa altura.
O pistilo possui três estigmas.
Os frutos são cápsulas secas e esféricas do tamanho de ameixas, com três sementes globosas de cor bruna. Também pode ser diferenciada das outras espécies por certos caracteres anatômicos.
A camélia pode ser cultivada em solos ácidos, férteis e bem irrigados, à meia-sombra.
As diferentes variedades toleram climas tão quentes quanto no Rio de Janeiro, ou frios como o sul da Europa (onde a Itália destaca-se como um dos grandes países produtores de variedades de camélias), onde toleram neves no inverno.
Em climas temperados, floresce durante a primavera, mas em climas quentes e úmidos, pode florir o ano todo.
Esta não é a única espécie conhecida simplesmente como camélia, mas definitivamente é a mais popular.
 Há uma estimativa de 3000 variedades desta mesma espécie, e outros tantos híbridos entre esta e outras espécies do mesmo gênero.
É a flor inspiradora do romance A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas Filho.
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Ficheiro:Camellia sinensis-habito.jpg
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Camellia sinensis
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Arbusto de Camellia sinensis
Créditos da Imagem: Wikimédia Commons
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Camellia sinensis é uma espécie da família Theaceae, popularmente conhecida como chá.
 Foi originalmente descrita por Lineu como Thea sinensis, mas este nome caiu em desuso quando se notou que os gêneros Thea e Camellia não apresentavam diferenças significativas entre si.
Esta é uma árvore de até 15 metros de altura nativa das florestas do nordeste da Índia e sul da China. Apesar da altura máxima elevada, as podas constantes evitam que ultrapasse 1,5 metros, e os indivíduos cultivados desta maneira raramente florescem.
Possui folhas oblongas, escuras, lustrosas, com nervuras bem marcadas nas superfícies, de margem inteiramente denteada, e as folhas mais novas são cobertas de pequenos tricomas brancos.
As flores surgem solitárias ou aos pares nas axilas das folhas.
São pequenas, com pétalas brancas e perfumadas, possuem muitos estames e um pistilo com 3 estigmas.
Os frutos são cápsulas pequenas, globosas, com 1 a 3 sementes também globosas.
 É possível produzir óleo para o consumo humano a partir das sementes desta planta.
Existem variedades, como a C. sinensis var. assamica, comum na Índia, que produz as árvores mais altas e com as maiores folhas, além de um chá preto com enorme concentração de cafeína.
A variedade sinensis é a mais comumente cultivada.
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Ficheiro:Teeblaetter.jpg
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Folhas de Camellia sinensis
Créditos da Imagem: Burgkirsch/ Wikimédia Commons
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Áreas de cultivo no mundo
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Esta espécie é extensivamente cultivada no mundo, particularmente em Sri Lanka, Índia, China, Japão, Taiwan, Quênia, Camarões, Tanzânia e Malawi.
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No Brasil
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No Brasil há poucas plantações, mas já foram observados indivíduos crescendo na mata, sem a interferência humana, o que mostra que o clima deste país é muito favorável à plantação de chá em larga escala.
Freqüentemente o cultivo da Camellia sinensis no Brasil está associado a colônias japonesas, por exemplo, como ocorre no município de Registro, localizado na região sul-atlântica, no interior do estado de São Paulo.
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Solo e clima
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Seu cultivo depende de solo fértil, ácido e bem irrigado, sob sol pleno ou luz solar filtrada.
Necessita de calor moderado, por isso tem sido plantada nos trópicos junto a montanhas e planaltos até 1600 metros de altitude.
É produzido em maior ou menor escala em todas as áreas tropicais e semi-tropicais do mundo e de São Paulo.
Essa planta é usada a parte da folha para fazer remédios.
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Ficheiro:Camellia sinensis-flor1.jpg
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Flor de Camellia sinensis
Créditos da Imagem :  Monocromatico / Wikimédia Commons
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Tipos de chá
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Esta mesma espécie dá origem a milhares de chás diferentes, de acordo com as condições de cultivo, coleta, preparo e acondicionamento das folhas.
 No entanto, todos esses produtos podem ser divididos em quatro categorias distintas: Chá branco (não fermentado, produzido das mais tenras folhas, mais raro e caro), chá verde (levemente fermentado), chá oolong (com fermentação mediana, basicamente ficando entre o chá verde e o preto, mas com características degustativas geralmente mais a cerca do chá verde), e chá preto (bem fermentado, e forte).
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Uso medicinal
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Esta espécie tem sido estudada por farmacólogos e bioquímicos pelas propriedades observadas no chá. Descobriram-se substâncias nesta planta capazes de combater úlceras, espasmos musculares, hipertensão, apatia, certas infecções bacterianas, e bloquear a replicação do vírus Influenza Humano tipo A e do HIV-1.
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Planta ornamental
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Há uma variedade com flores rosadas destinada à ornamentação de jardins.
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Fonte de Pesquisa:
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Eu sem você sou só desamor
um barco sem mar ,um campo sem flor.
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(Vinícius de Moraes)

Myosotis (Flor)

Ficheiro:Myosotis victoria dsc00894.jpg
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As flores que lançam aromas nos canteiros são mensagens do Amor de Deus falando nos jardins
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Myosotis victoria
Créditos da Imagem :  David Monniaux / Wikimédia Commons
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Myosotis L., de nome comum miosótis, é um gênero de plantas pertencente à família Boraginaceae. Suas flores são também habitualmente chamados não-me-esqueças.
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Espécies
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Myosotis alpestris
Myosotis alpina
Myosotis arvensis
Myosotis australis
Myosotis azorica
Myosotis caespitosa
Myosotis colensoi
Myosotis discolor
Myosotis ramosissima
Myosotis scorpioides
Myosotis secunda
Myosotis sicula
Myosotis sylvatica
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Fonte de Pesquisa:
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Cada pessoa é uma flor única...
Não há no Universo outra igual...
O Divino cultivador as deposita em nosso lar, confiando-as aos nossos cuidados.
E para que essas flores raras possam perfumar sempre o ambiente, ofertando-nos sua beleza, é preciso que as podemos de vez em quando e as reguemos todos os dias com gotas de afeto e compreensão.
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Trecho da mensagem do momento espirita: Flores raras.

Tulipa (Flor)

Ficheiro:TulipFestival1.jpg
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Ah! Como as flores sabem executar com maestria a missão que o Criador lhes confia!
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Créditos da Imagem : Paul Schultz from Kenmore, USA/Wikimédia Commons
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A tulipa L. é um gênero de plantas angiospermas (plantas com flores) da família das liláceas.
Com cerca de cem espécies, as tulipas têm folhas que podem ser oblongas, ovais ou lanceoladas (em forma de lança).
Do centro da folhagem surge uma haste ereta, com flor solitária formada por seis pétalas.
 Cores e formas são bem variadas. Existem muitas variedades cultivadas e milhares de híbridos em diversas cores, tons matizados, pontas picotadas, etc.
O bulbo contém alcalóides termoestáveis e cristais de oxalado de cálcio.
Manipulados liberam um pó que pode provocar conjuntivites, rinites e até crises de asma.
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Ficheiro:Tulips-Topkapı Palace.jpg
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As flores são uma das mais belas e delicadas formas de expressão do Divino Artista da natureza.
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Tulipas no Palácio Topkapı em Istambul, Turquia
Créditos da Imagem : User:Dantadd/ Wikimédia Commons
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História
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As tulipas são originárias da Turquia e não dos Países Baixos, como o senso comum leva a imaginar.
Foram levadas para os Países Baixos em 1560 pelo botânico Conrad Von Gesner.
 O nome da flor foi inspirado na palavra turco-otomana tülbend, posteriormente afrancesada para tulipe, que originalmente significa turbante, considerando a forma da flor invertida.
Algumas referências defendem que as tulipas seriam originárias da China, de onde teriam sido levadas para as montanhas do Cáucaso e para a Pérsia.
Chinesas ou turcas, o fato é que elas se transformaram numa paixão para os neerlandeses e essa paixão foi tanta que gerou até uma especulação financeira envolvendo os bulbos desta planta, chegando a ser a quarta maior fonte de renda do país, na que ficou conhecido como mania das tulipas (ou tulipamania).
A área mais antiga de cultivo de tulipas nesse país é a que circunda a cidade de Lisse.
Hoje, é a flor nacional da Turquia (é nativa lá) e do Irão.
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Ficheiro:A tulipa inside.jpg
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Importante notar que nem todas as flores têm facilidades, mas todas têm algo em comum: florescem onde foram plantadas.
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Tulip inside
Créditos da Imagem: Vulkano Uwe Horst Friese, Bremerhaven / Wikimédia Commons
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Embora as tulipas não se adaptem bem ao clima brasileiro, é possível induzir a planta a dar, pelo menos, mais uma floração, simulando as condições climáticas do seu habitat natural para estimular os bulbos a rebrotarem.
Para isso, ao adquirir um vaso de tulipas dê preferência aos que ainda estejam com as flores em botão, permitindo-lhe usufruir da beleza da flor por mais tempo.
 O vaso deverá ser conservado em um local fresco e com luminosidade, evitando-se os ventos e o sol forte. Alguns colocam algumas pedras de gelo sobre o substrato (mistura de terra) no vaso, pela manhã e ao entardecer, a fim de diminuir o excesso de calor.
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Ficheiro:Blackhorse.jpg
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Viver como as flores, portanto, é muito mais do que saber retirar vida, beleza e perfume, do estrume...
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Tulipa Black Horse
Créditos da Imagem: ks aka 98/ Wikimédia Commons
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Tão logo as flores da planta murchem, corte-as, inclusive as folhas. Retire então os bulbos do substrato, limpe-os cuidadosamente com o auxílio de uma escova macia e mantenha-os em local fresco e arejado por cerca de 3 meses, sem deixar que se molhem.
Após esse período, plante os bulbos em um novo vaso, com terra vegetal umedecida, sem que esteja encharcada. Embrulhe o vaso assim preparado em um plástico e guarde-o no congelador da geladeira durante cerca de 6 meses, a uma temperatura ideal entre 2 e 5 °C. Passado esse tempo, retire o vaso da geladeira e coloque-o em um local fresco e com boa luminosidade por mais 2 meses, mantendo a terra sempre úmida. Após esse procedimento, o vaso novamente embrulhado em plástico deve retornar ao congelador, onde deve permanecer por mais 6 meses. Concluída esta etapa, o vaso deverá ser colocado em um local iluminado: a tulipa deverá florescer num período entre trinta a cinqüenta dias.
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Sinonímia
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Amana Honda
Orithyia D. Don
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Ficheiro:TulipaBataliniiBronzeCharm.jpg
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Tulipa linifolia aberta
Créditos da Imagem: Wikimédia Commons
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A Tulipa Linifolia, é uma fabulosa espécies com pequenas flores vermelhas brilhantes amoldadas como estrela, que têm um acetinado brilho que reflete o sol, com folhagem estreita, de 7,62 centímetros a 10,16 centímetros.
Com uma abertura, revelando um pequeno, jato central preto.
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Fonte de Pesquisa:
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Viver como as flores é entender e executar a missão que cabe a você, a mais bela e valorosa criatura de Deus, para quem todas as flores foram criadas...

domingo, 24 de abril de 2011

Cheiro de Jasmim

Ficheiro:Jasminum nitidum-flores.jpg
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Flores de Jasminum nitidum, Jasmim-estrela
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Jasmim é o nome comum pelo qual são conhecidas as espécies do gênero Jasminum L., da família Oleaceae, nativas do Velho Mundo.
 Seu nome vem do árabe Yasamin,que por sua vez foi emprestado do persa. 
São em sua maior parte arbustos ou lianas, de folhas simples ou compostas. 
As flores são tubulares, com pétalas patentes, raramente maiores do que dois centímetros de diâmetro, quase sempre muito perfumadas. 
Quase todas as espécies possuem flores brancas, mas há algumas de flores amarelas ou rosadas.
A maior produtora de jasmins do mundo é a Índia mas a China sempre foi uma grande produtora de jasmim.
Seu aroma é adocicado, e é juntamente com a rosa um dos aromas pilares da perfumaria. 
Na China mistura-se flores de jasmim a folhas de chá, e a combinação de sabor e aroma resultante é muito apreciado.
Dentre as espécies mais populares de jasmim, destacam-se:
Jasminum azoricum, ou Jasmim-dos-açores
Jasminum mesnyi, ou Jasmim-amarelo (sem aroma)
Jasminum nitidum, ou Jasmim-estrela
Jasminum officinale, ou Jasmim-verdadeiro
Jasminum polyanthum, ou Jasmim-dos-poetas
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Ficheiro:Jasminum nudiflorum0.jpg
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Jasminum nudiflorum.
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Sinonímia
Jacksonia hort. ex Schltdl., nom. invál.
Jasminium Dumort., var. ort.
Menodora Humb. & Bonpl.
Mogorium Juss.
Noldeanthus Knobl.
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Ficheiro:Jasminum polyanthum0.jpg
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Jasminum polyanthum.
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Principais espécies
São conhecidas 537 espécies. As principais são:
Jasminum angulare
Jasminum angustifolium
Jasminum attenuatum
Jasminum auriculatum
Jasminum azoricum
Jasminum beesianum
Jasminum capense
Jasminum dichotomum
Jasminum dispermum
Jasminum elegans
Jasminum elongatum
Jasminum floribundum
Jasminum floridum
Jasminum fluminense
Jasminum fruticans
Jasminum giraldii
Jasminum gracillimum
Jasminum grandiflorum(conhecida também como jasmim espanhol, cultivada pela perfumaria Grasse, tem grandes flores brancas tingidas de vermelho por fora)
Jasminum heterophyllum
Jasminum humile
Jasminum lanceolarium
Jasminum mesnyi
Jasminum multiflorum
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Outras plantas
Em alguns lugares do Brasil, outras plantas com flores tubulares e cinco pétalas patentes, com forte perfume, são também conhecidas como jasmim.
Outras plantas possuindo flores de cor pálida, aroma adocicado e folhas verde-escuro, não relacionadas com o género Jasminum também são conhecidas pelo nome jasmim.
 Exemplos incluem:
Espécies do género Trachelospermum
Gardenia jasminoides - gardênia
Cestrum nocturnum - dama-da-noite
Quisqualis indica - jasmim-da-índia
Espécies do género Gelsemium
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Simbologia
Há séculos o jasmim no Oriente é considerada como o símbolo da beleza e da tentação das mulheres. 
Na Índia, Kama, o deus do amor, chegava a suas vítimas por setas acompanhadas de flores de jasmim. Cleópatra teria ido ao encontro Marco Antônio em um barco cujas velas foram revestidas com essência de jasmim. 
O casamento de jasmim é o símbolo dos 66 anos de casamento no folclore francês.
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Fonte de Pesquisa:
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Ficheiro:Jasminum nitidum-flores.jpg

sábado, 16 de abril de 2011

Flor Cravo e seus significados

Ficheiro:Gartennelke 1.jpg
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O craveiro (Dianthus caryophyllus), é uma planta herbácea, pertencente à família Caryophyllaceae, gênero Dianthus, que alcança até um metro de altura. 
As suas flores são denominadas cravos.
Uma característica desta planta, além da forma peculiar de suas flores, é o caule reto, com várias ramificações. 
As flores apresentam muitas tonalidades, do branco ao vermelho, passando pelo amarelo e pelo rosa.
 À mesma família das cariofiláceas, pertence a cravina ou cravo-bordado (Dianthus plumarius), cujas pétalas abundantes emergem de seu cálice verde e tubular. 
Nos trópicos a cravina só se reproduz em grandes altitudes.
 A espécie Dianthus fimbriatus, originária da Europa, é cultivada em grande escala na América do Sul.
Certas variedades exalam um aroma delicado, motivo pelo qual são utilizadas na fabricação de perfumes. 
Os cravos reproduzem-se por meio de sementes, e necessitam de solo quente, sem excessiva humidade.
Em Portugal o cravo-vermelho é o símbolo da Revolução dos Cravos (25 de Abril de 1974). 
Símbolo das mães em vida e os cravos brancos o símbolo das mães que já partiram (Anna Jarvis).
A maioria das espécies de formigas domésticas são altamente repulsivas ao cravo, sendo este um bom agente para combater invasões.
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Os Cravos dizem:
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O cravo vermelho diz:
 Eu vivo para você minha (meu) amada(o).
Eu Admiro você.
Meu coração clama por você.
Simboliza também as mães em vida.
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O  cravo rosa diz:
Eu prefiro você minha (meu) amada (o).
Eu sempre lembro de você.
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O cravo roxo diz:
Eu estou em solidão por estar sem você,preciso de sua companhia.
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O cravo amarelo diz:
Você me desiludiu!
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O cravo branco diz:
Meu amor é puro e inocente.
Você é doce,adorável e merece meu amor.
Se for oferecido a uma mulher quer dizer:
Meu amor por você é ardente e puro e nos trará muito boa sorte.
Simboliza também as mães que partiram.
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Fonte de Pesquisa:
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Ficheiro:Gartennelke 1.jpg

Orquídea Vanilla = Baunilha

Ficheiro:Vanilla planifolia 1.jpg
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Vanilla planifolia
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Vanilla é um gênero de plantas trepadeiras pertencentes à família das Orquidáceas.
 É encontrada em zonas tropicais e congrega cerca de 109 espécies. 
 A partir dos frutos de algumas espécies obtém-se a especiaria comercialmente conhecida como baunilha.
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Etimologia
O nome deste gênero procede da latinização da palavra espanhola: Vainilla, diminutivo de Vaina (bainha) que por sua vez, deriva do latim: vagina, em referência à profunda cavidade estigmática do gênero, bem semelhante à genitália feminina.
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Vanilla chamissonis habitat.JPG
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Vanilla chamissonis
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Histórico
O gênero Vanilla foi proposto por Plumier ex Miller, publicado em The Gardeners Dictionary, fourth edition 3: Vanilla, em 1754; por Jussieu em Gen. 66, em 1789; e também por Olof Swartz, em Nov. Act. Soc. Sc.Upsal. VI. 66. t. 5, em 1799. 
Apesar de todas estas publicações terem originado alguma confusão posterior, Plumier e Miller são considerados os autores originais. 
O gênero é tipificado pela Vanilla mexicana Miller, originalmente descrita por Linneu como Epidendrum vanilla L..
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Habitat
É um gênero composto por cerca de cento e dez espécies de ervas que se distribuem por todas as áreas tropicais do planeta, excetuada a Austrália, habitando florestas tropicais quentes e úmidas, e sobre arbustos em campos secos e quentes. 
Raríssimos exemplares são encontrados em áreas montanhosas mais frias. 
Cerca de sessenta espécies podem ser encontradas no novo mundo, e setenta são naturais da África, sudeste asiático e ilhas do Oceano Pacífico e Índico.
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Ficheiro:VanillaFlowerLongitudinalSection-la.png
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Corte longitudinal de uma flor de baunilha mostrando seus segmentos.
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Descrição
As espécies deste gênero podem ser reconhecidas, dentro da tribo Vanilleae, por serem trepadeiras, apresentarem clorofila, raízes aéreas; e sementes crustosas, sem asas.
Adicionalmente, as Vanillæ caracterizam-se por serem plantas de caules longos e mais ou menos carnosos, escandentes e reptantes, pouco ou muito ramificados, que aderem ao tronco das árvores com o auxílio de raízes adventícias, produzidas a cada nó do caule, em regra achatadas, lisas quando livres, e espessas e vilosas quando enterradas ou aderidas. 
As folhas são alternantes ou arranjadas em espiral, espaçadas, mais ou menos largas, carnosas e brilhantes.
Quando grandes e já elevadas, seus ramos pendem e frutificam, razão pela qual, em cultivo, demoram muito a florescer. 
Produzem inflorescências axilares, com flores solitárias ou em racemos, formando algumas vezes ramúsculos laterais.
As flores são em regra vistosas, pequenas ou grandes, muito perfumadas, efêmeras, produzidas em sucessão, em regra brancas ou de amarelo pálido. 
As sépalas e pétalas são livres. 
O labelo varia de completamente livre a completamente fundido às margens da coluna, com diversas lamelas, verrugas ou calosidades que variam conforme a espécie. 
A coluna apresenta asas no ápice, antera terminal, sem formar verdadeiras polínias. 
O fruto é carnoso, em formato de vagem ou ovalado, chegam a ter de 20 a 25 centímetros de comprimento e 3 centímetros de espessura, com sementes pesadas e crustáceas, negras ou acastanhadas.
Existem dois grandes grupos de espécies: um de caules espessos e folhas carnosas, que é bom produtor de baunilha, e outro de caule mais fino e folhas largas e mais herbáceas, que não produz favas tão úteis.
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Uma planta Vanilla planifolia na Ilha de Reunião.
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Cultivo
Perotet, viajante botânico, encontrou nas Filipinas, nas florestas de San Matteo, em 1820, uma planta completamente desconhecida por seus habitantes.
Desde que os franceses instalaram-se na Ilha de Madagascar, cultivaram algumas espécies de baunilha em grande escala, auxiliados pelo governo.
 Em 1898, exportaram cerca de 8 toneladas desse produto.
Segundo H. Semler, a baunilha foi introduzida na Europa procedente do México, no século XVI.
A espécie mais comum no México e América Central é a Vanilla planifolia. 
Desde o México até as Guianas e Trinidad e Tobago encontramos a Vanilla pompona, com frutos menores, mais grossos e carnudos. 
São pesados e com maior dificuldade na sua secagem. 
É também consumida fresca, em pequenos pacotes - conhecidos popularmente como baunilhão.
A Vanilla gardneri, que se assemelha à Vanilla pompona, vegeta no Brasil, desde a Baía de Santa Catarina. Zollinger encontrou a Vanilla aphila, sem folhas e de frutos sem aroma. 
Também na África ela era cultivada, e a mais conhecida é a baunilha bastarda, com vagens curtas e delgadas e pouco aromáticas.
No Brasil, o homem rural não se dedicou à cultura da baunilha por ignorar os meios para o seu cultivo, principalmente o meio de fazer a frutificação manual e artificial de suas flores em grande escala.
Uma plantação é relativamente fácil e barata para se organizar. 
Primeiramente, deve-se construir uma cobertura de madeira de 10 metros de largura por 30 metros de comprimento e 2 metros de altura, em terreno fresco e abundante de húmus, sombreado e protegido de ventos fortes.
Em cada esteio plantam-se pedaços de hastes que tenham mais ou menos 1 metro de comprimento. Enterram-se 10 a 15 centímetros e amarra-se onde a planta deva crescer. 
A plantação deve ser feita no inverno, nos meses mais úmidos, para que as mudas não se desidratem com o calor.
Das axilas das folhas irão surgir raízes ou gavinhas que vão se agarrar à madeira. 
Não devemos plantá-las na encosta de grandes árvores, como mangueiras ou jaqueiras. 
Por ser uma planta trepadeira, alcançando até 20 metros de altura, se ramificar pelos galhos das árvores fica difícil, na época da floração, a polinização de suas flores e a colheita de seus frutos. 
Após dois ou três anos, essas coberturas estarão entrelaçadas de racimos e apresentarão as primeiras florações nos meses de outubro e novembro.
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Vanilla aphylla
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Preparo e conservação dos frutos
Depois de 30 dias, as favas parecem estar quase murchas, mas sua inteira maturação somente se dá após 6 ou 7 meses, quando ocorre a colheita dos frutos. 
Há vários processos para prepará-los, conservando e mantendo o aroma inalterado.
No México e na Guiana adota-se o sistema de secagem ao sol e à sombra. 
Estendem-se panos de lã, de cor escura, bem expostos ao sol. 
Colocam-se os frutos por algumas horas.
 Depois são envolvidos e deixados em local sombrio. 
No mesmo dia repete-se o processo (os frutos são colocados novamente ao sol e, durante a noite, envolvidos no pano de lã e, assim, secam totalmente). 
É um processo moroso de até 2 meses, se não ocorrerem dias ensolarados seguidos.
Outro processo bastante usado é reunir algumas vagens, amarrando-as em pacotes e mergulhando-os por espaços de 20 a 30 segundos em água fervente - isso para o poder germinativo de suas sementes. 
Espalhá-las depois sobre esteiras ou pendurá-las para secar. 
Nos dias consecutivos, colocá-las ao sol e à sombra. 
Depois de mergulhadas em água fervente, as vagens segregam uma substância viscosa, que deve ser separada com cuidado para não romper as cápsulas. 
Para isso não acontecer, elas devem ser amarradas com fio de algodão, envolvendo-as, em seguida, em um pano de lã, para transpirarem até o dia seguinte. 
Devem ser colocadas à sombra durante algumas horas para uma perfeita aeração, antes de irem novamente ao sol para secar.
Existe, ainda, um outro processo: untar as vagens com óleo de castanha de caju (carbóleo-cardol-ácido anacardíaco) sem densa aplicação para evitar o ranço dos frutos. 
Esse óleo é aplicado com pincel e não como banho (óleo em excesso prejudica o aroma). 
Este processo é empregado após o banho na água fervente e após as frutas começarem a enrugar. 
Na ilha de Madagascar a secagem é feita com cloreto de cálcio.
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Vanilla barbellata
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Química
Segundo os químicos Bucholz e Vogel, a vagem da baunilha preparada artificialmente contém um óleo grosso, de sabor desagradável, amargo, de substância amigdalóide e ácido benzóico.
Experiências feitas com hastes de baunilha introduzidas no âmago do tronco da bananeira mostraram que a planta se desenvolve com viço extraordinário e floresce logo no primeiro ano. 
Prova da semelhança da seiva que existe entre as duas plantas, servindo, deste modo, a bananeira como enxerto.
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Vanilina
Lecomte, em 1902, demonstrou que o desenvolvimento do perfume da baunilha era devido à ação de uma oxidase sobre os princípios existentes na planta. 
No momento da colheita, os frutos não tem nenhum aroma; eles adquirem sua suavidade em uma curta imersão na água a 80 graus centígrados. 
Este autor achou oxidase em todos os órgãos da planta, constatando a presença de manganês.
 A planta contém ainda um fermento hidratante, que age sobre a coniferina e que se desdobra em álcool coniferínico e glicose. 
A oxidase age sobre este último corpo e transforma-o em vanilina.
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Elementos de botânica prática
A baunilha é composta de óleo graxo e ácido benzóico. 
A vanilina tem propriedades excitantes.
 Favorece a digestão e admite-se ser afrodisíaca, antiespasmódica, emenagoga. 
Serve sobretudo como aromatizante, sendo muito utilizada em chocolates e na preparação de doces. 
Pode ser encontrada em tabletes, em pó, em tintura e em porção.
 É um dos excitantes mais agradáveis da matéria média e reputada afrodisíaca por excelência.
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Fonte de Pesquisa:
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Ficheiro:Vanilla planifolia 1.jpg

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Curiosidades sobre a rosa amarela

Ficheiro:Blooms of a yellow rose.jpg
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A rosa amarela é um tipo de rosa. 
Assim como as vermelhas e as corais, as rosas amarelas representam amor, respeito, alegria, amizade e desejo. 
Há opiniões divergentes sobre seu significado.
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Outros significados:
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Rosa fétida bicolor
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Rosa fétida é uma espécie de rosa, nativa dos pés da cordilheira do Cáucaso, na Geórgia. Ela tem flores amarelas com um cheiro ativo que muitos consideram repugnante; daí o nome da espécie. Embora abundante fora da área de incidência (e.g. Grã-Bretanha e América), ela é particularmente suscetível ao fungo Diplocarpon rosae.
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File:Rosa 'Harison's Yellow'.jpg
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Rosa 'Harison's Yellow', também conhecida como rosa amarela do Texas,é uma rosa que nasceu de uma semente híbrida da rosa fétida .
 A primeira floresceu na villa suburbana de George F. Harison , advogado, entre as Avenidas 8 e 9 na 32nd Street, ao norte de Nova York .   A Rosa Amarela é a flor oficial de ambos Xi Delta Phi Grêmio, Inc. e Alpha Phi Alpha Fraternity, Inc. 
Foi plantada pela Fundação do Patrimônio Rose na Primavera de 2009, próximo ao túmulo de George Folliott Harison, que em 1830 criou esta rosa no jardim de sua casa em Manhattan. 
O plantio é agora uma parte do Patrimônio Rose Distrito de Nova York .

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Rose Amber Flush 20070601.jpg
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A rosa amarela do Texas, a música
A rosa amarela do Texas" (em inglês: The Yellow Rose of Texas) é uma música folclórica tradicional americana.
 Está associada à história de como Emily D. West, uma escrava, colaborou para a vitória na Batalha de San Jacinto, decisiva na Guerra de Independência do Texas.
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The Yellow Rose Yellow Rose , série americana de TV
"The Yellow Rose" (song) Yellow Rose (song), tema musical gravado por Johnny Lee e Lane Brody
Yellow Roses Roses , uma música de Dolly Parton
Rosas amarelas significam "Felicidade, Amizade" ao serem oferecidas para mulheres mais jovens 
Rosa amarela significa ciúme, desconfiança, infidelidade, suspeita 
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Na cultura popular americana
A rosa amarela é um show da televisão Texana.
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Diversos
A rosa amarela é a flor oficial da fraternidade americana Alpha Sigma Tau.
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Na cultura popular brasileira
O ex presidente José Sarney, se refere às incelenças usando as rosas amarelas como metáfora.
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Fonte de Pesquisa:
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Ficheiro:Blooms of a yellow rose.jpg
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