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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Gato-maracajá

Ficheiro:Margaykat Leopardus wiedii.jpg
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"Não permitas que ninguém negligencie o peso de sua responsabilidade.
Enquanto tantos animais continuam a ser maltratados, enquanto o lamento dos animais sedentos nos vagões de carga não sejam emudecidos, enquanto prevalecer tanta brutalidade em nosso matadouros... todos seremos culpados.
Tudo o que tem vida tem valor como um ser vivo, como uma manifestação do mistério da vida."
Albert Schweitzer
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O gato-maracajá (Leopardus wiedii) é um felino nativo de América Central e América do Sul.
Tem como característica uma cauda mais longa do que seus membros posteriores.
Os pêlos são amarelo-escuros nas partes superiores e na parte externa dos membros. Tem manchas sob a forma de rosetas com uma região central amarela, por todo o corpo, da cabeça à cauda.
Dentro de suas habilidades, o gato-maracajá pode caminhar nas pontas dos galhos dos arbustos.
Ele também possui grande capacidade de salto e suas garras são proporcionalmente mais longas do que as da jaguatirica.
O período de gestação é de 81 a 84 dias, e a expectativa de vida é de cerca de 13 anos.
Tem capacidade de virar em 180 graus as articulações do tornozelo, o que o possibilita transitar com facilidade entre troncos e árvores.
Seus hábitos são noturnos e alimenta-se de pequenos roedores e aves, que caça nas árvores.
No Brasil, o gato-maracajá pode ser encontrado com mais frequência na Floresta Amazônica.
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Subespecies
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Leopardus wiedii wiedii: oeste e centro do Brasil, Paraguai, Uruguai e norte da Argentina
Leopardus wiedii amazonica: oeste do Brasil, Peru, Colômbia e Venezuela
Leopardus wiedii boliviae: Bolívia
Leopardus wiedii cooperi: norte do México
Leopardus wiedii glaucula: centro do México
Leopardus wiedii nicaraguae: Honduras, Nicarágua, Costa Rica
Leopardus wiedii oaxacae: sul do México
Leopardus wiedii pirrensis: Panamá, Colômbia, Equador, Peru
Leopardus wiedii salvinia: Chiapas, Guatemala, El Salvador
Leopardus wiedii yucatanica: Península de Iucatã
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Fonte de Pesquisa :
Créditos da Imagem :
Wikimédia Commons
Margaykat Leopardus wiedii.jpg

Jaguatirica

Ficheiro:Ocelot.jpg
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"Um homem é verdadeiramente ético apenas quando obedece sua compulsão para ajudar toda a vida que ele é capaz de assistir, e evita ferir toda a coisa que vive."
Albert Schweitzer (1875-1965)
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Jaguatirica, ocelote ou gato-do-mato é um felino cujo nome científico é Leopardus pardalis ou Felis pardalis, originariamente encontrado na Mata Atlântica e outras matas brasileiras.
Distribuída por toda a América Latina, é encontrada também no sul dos Estados Unidos.
De hábitos noturnos, passa a maior parte do dia dormindo nos galhos das árvores ou escondido entre a vegetação.
Vivem aos pares, o que é raro entre os felinos.
As fêmeas têm de um a quatro filhotes a cada gestação.
Supõe-se que se reproduzem a cada dois anos. O período de gestação varia de 70 a 95 dias.
As fêmeas chegam à idade adulta em um ano e meio, os machos aos dois anos.
 Em cativeiro estima-se que viva cerca de 20 anos, mas é possível que viva menos na natureza.
Alimenta-se de mamíferos pequenos e médios, como roedores, macacos, morcegos e outros. Come também lagartos, cobras e ovos de tartarugas. Caça aves, e alguns são bons pescadores.
A jaguatirica mede entre 65 cm e um metro de comprimento, fora a cauda, que pode chegar a 45 cm.
 Pesa entre 8 e 16 kg. Também é chamado onça-pintada, no entanto a onça (Panthera onca) é maior, podendo atingir 2,10m.
No Brasil, ocorre na Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal e Caatinga.
Seu status é considerado pouco preocupante pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (2002) e em perigo pela USDI (1980), apêndice 1 da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção.
 Está desaparecendo pela ação dos caçadores que querem sua pele.
 O mercado negro é alimentado pelo costume adotado em muitos países de transformá-lo em animal exótico e de estimação.
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Ficheiro:ZOO Bojnice - ocelot.jpg
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Jaguatirica num zoológico
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Etimologia
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O termo "jaguatirica" tem origem na língua tupi, através da junção dos termos îagûara ("onça") e tyryk ("escapulir"), significando, portanto, "onça que escapole". Já o termo "ocelote" provém do termo nauatle ocelotl, que significa "onça".
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Subspécies
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Leopardus pardalis pardalis, Floresta Amazônica
Leopardus pardalis aequatorialis, norte dos Andes
Leopardus pardalis albescens, México, Texas
Leopardus pardalis maripensis, Venezuela, Guiana
Leopardus pardalis mearnsi, América Central
Leopardus pardalis mitis, Argentina, Paraguai
Leopardus pardalis nelsoni, México
Leopardus pardalis pseudopardalis, Colômbia
Leopardus pardalis puseaus, Equador
Leopardus pardalis sonoriensis,México
Leopardus pardalis steinbachi, Bolívia
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Fonte de Pesquisa :
Créditos da Imagem :
Wikimédia Commons
Jaguatirica

Serval

Ficheiro:Serval.jpg
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"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante."
 Albert Schwweitzer (Nobel da Paz - 1952)
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O serval (Leptailurus serval) é um mamífero carnívoro da família dos felídeos. Mede cerca de 85 cm, mais 40 cm de cauda.
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Domesticação
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Embora não sejam animais domesticados, os servais são por vezes criados em lares particulares como qualquer outro animal de estimação.
Em muitos países e estados é necessário uma licença especial para um animal selvagem ser mantido em casa. Um dos factores que faz com que os servais adoeçam, quando são tratados como simples gatos, é o facto de os seus "donos" os alimentarem como tal, em vez da carne crua a que os animais estão habituados.
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Habilidades
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Os servais podem saltar até 3 metros para apanhar aves pela asa.
São felídeos bastante ágeis com longas patas e uma cabeça pequena.
Caçam de noite com incríveis habilidades, tácticas de espera e de batida, capturando muitos roedores,mamíferos.
Especialmente ratos-toupeiras e lagartos, as vezes Gazelas e pequenos avestruzes.
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Ficheiro:Serval in Tanzania.jpg
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Habitats
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Os servais habitam territórios bem definidos, em áreas pouco arborizadas em savanas, na proximidade de água, na África Subsariana
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Subespécies
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Leptailurus serval serval: Extinta
Leptailurus serval beirae: Presente em Moçambique
Leptailurus serval brachyura: Do Senegal à Etiópia, através de todo o Sahel
Leptailurus serval constantina: Subespécie norte africana, reduzida na actualidade a uns poucos núcleos nas montanhas da Argélia
Leptailurus serval hamiltoni: Outra subespécie sul africana, distribuida a Este do Transvaal
Leptailurus serval hindeio: Tanzânia
Leptailurus serval ingridi: Namíbia, Sul do Botsuana e Zimbabue
Leptailurus serval kempi: Uganda
Leptailurus serval kivuensis: República Democrática do Congo
Leptailurus serval liposticta: Norte de Angola
Leptailurus serval lonnbergi: Sul de Angola
Leptailurus serval mababiensis: Norte do Botsuana
Leptailurus serval robertsi: A terceira subespécie sul africana, a Oeste do Transvaal
Leptailurus serval togoensis: Bosques do Togo e Benin
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Fonte de Pesquisa:
Créditos da Imagem :
Wikimédia Commons
Serval.jpg

Caracal

Ficheiro:Lightmatter caracal.jpg
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Caracal no San Diego Zoo
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"Virá o dia em que a matança de um animal será considerada crime tanto quanto o assassinato de um homem."
 Leonardo da Vinci
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O caracal (Caracal caracal) ou lince-do-deserto é um carnívoro da família dos felídeos habitante da África e da Ásia Menor.
Apesar de sua aparência lembrar a de um lince, este gato selvagem é parente próximo do serval.
O caracal mede aproximadamente 65 centímetros mais 30 de cauda.
Possui pernas longas e uma aparência esguia.
A cor da pelagem pode variar de avermelhado, acinzentado a amarelo torrado, embora até se conheçam casos de indivíduos todos negros; e é própria para ele se camuflar.
Um caracal selvagem vive cerca de 12 anos, mas em cativeiro pode chegar aos 17 anos.
Como é um animal fácil de se domesticar, é utilizado na caça em países como o Irão e a Índia.
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Habitat natural
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O caracal distribui-se pela África e pelo Sudoeste Asiático.
Seu habitat consiste normalmente de estepes e desertos, mas também aparece em florestas ou savanas.
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Dieta
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As presas favoritas do caracal são os roedores (nomeadamente os daimões), as lebres, aves de capoeira e outros animais dométicos.
Por vezes pode até atacar gazelas, pequenos antílopes e também jovens avestruzes.
Pode dar saltos verticais de 3 metros e "abater" aves em pleno voo com a pata.
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Fonte de Pesquisa:
Créditos da Imagem :
Wikimédia Commons
Caracal no San Diego Zoo

Gato-vermelho-de-bornéu

Ficheiro:Bay cat 1 Jim Sanderson.jpg
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"Eu temo pela minha espécie quando penso que Deus é justo."
 Thomas Jefferson
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O gato-vermelho-de-bornéu (Catopuma badia) é uma espécie de felino que habita a Reserva Florestal de Dermakot, na Malásia.
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Fonte de Pesquisa:
Créditos da Imagem :
Wikimédia Commons

Gato-bravo-dourado-da-ásia

Ficheiro:Asian Golden cat.jpg
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"Não há crueldade pior que pensar e acreditar que os animais existem para servir ao Homem.
" Gabriela Toledo
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O gato-bravo-dourado-da-ásia (Pardofelis temminckii, sinonímia Catopuma temminckii), também conhecido como gato-dourado asiático e gato-dourado de Temminck, é um gato selvagem de médio porte do sudeste asiático.
Em 2008, a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais classificou os gatos asiáticos como quase ameaçados de extinção, afirmando que a espécie chega perto da qualificação como vulverável devido à caça ilegal e à destruição de habitat, desde que as florestas do sudeste asiático estão sofrendo com as taxas mais altas de desmatamento no mundo.
O gato-dourado asiático foi nomeado em honra de Coenraad Jacob Temminck, naturalista neerlandês que descreveu primeiro o gato-dourado-africano em 1827.
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Fonte de Pesquisa:
Créditos da imagem:
Wikimédia Commons
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